| Período: Junho/2026 | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| D | S | T | Q | Q | S | S |
| 01 | 02 | 03 | 04 | 05 | 06 | 07 | 08 | 09 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
Em setembro, a balança comercial brasileira bateu mais um recorde. O superávit não só foi o maior de qualquer mês de setembro, mas o acumulado deste ano já é maior que todo o ano de 2016. A melhor parte da notícia é que isso vem acontecendo com um crescimento gigante das exportações. No ano passado, o superávit foi consequência de queda das importações: a economia se retraindo, consumo diminuindo e importações menores. Esse ano não. As importações cresceram, mas as exportações cresceram ainda com mais consistência. O resultado é que a gente tem um superávit gigante e uma entrada de dólares muito grande. Quando isso se soma a entrada de investimentos de empresas estrangeiras, atração de investimentos de renda fixa e ações, o que temos é um excesso de dólares em relação a demanda. E isso faz com que o preço do dólar e outras moedas estrangeiras caia no país. O Brasil está no início de um círculo virtuoso onde, pelo menos por alguns anos, devemos ter crescimento e aceleração.