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Notícia

Reforma Tributária: como emitir nota fiscal sem erros?

A Reforma Tributária já deixou de ser um projeto para se tornar uma realidade operacional nas empresas brasileiras

A Reforma Tributária já deixou de ser um projeto para se tornar uma realidade operacional nas empresas brasileiras. Desde janeiro de 2026, a emissão de documentos fiscais passou a exigir o destaque dos novos tributos CBS e IBS.

Na prática, isso significa que a correta parametrização das notas fiscais deixou de ser apenas uma questão de conformidade e passou a impactar diretamente a continuidade das operações.

O novo risco: rejeição de notas fiscais

Se antes havia certa flexibilização, o cenário mudou. A partir de 03 de agosto de 2026, não será permitida a emissão da NF-e ou NFC-e sem o preenchimento dos campos relativos ao IBS e à CBS, para as empresas do regime regular.

Essa rejeição não é apenas um detalhe técnico. Ela pode gerar:

  • interrupção do faturamento;
  • atrasos na operação;
  • retrabalho das equipes fiscais;
  • aumento da exposição a riscos fiscais.

Ou seja, erros no cadastro de produtos e na parametrização tributária passam a tel impacto direto no caixa e na rotina das empresas.

Onde estão os principais erros na emissão de nota fiscal com a Reforma Tributária?

Grande parte dos problemas na emissão de nota fiscal na Reforma Tributária não acontece na hora de emitir, mas sim antes, no cadastro de produtos.

Com a Reforma, novos campos se tornam obrigatórios, como:

  • CST (Situação Tributária);
  • cClassTrib (Classificação Tributária);
  • além dos já conhecidos NCM, CEST e GTIN (que já são obrigatórios).

Essas informações alimentam automaticamente os documentos fiscais e, se incorretas, aumentam significativamente o risco de rejeição na autorização da nota.

O papel da tecnologia na nova realidade fiscal

Diante desse cenário, a revisão manual de cadastros, muitas vezes feita item a item, se torna inviável. O volume de informações, aliado à complexidade das novas regras, exige uma abordagem mais inteligente e preventiva.

É nesse contexto que surge o Cadastro Certo, funcionalidade lançada recentemente no IOB Emissor e no IOB Business.

Cadastro Certo: mais segurança na emissão fiscal

Desenvolvido para apoiar empresas nesse momento de transição, o Cadastro Certo atua diretamente na origem do problema: a qualidade dos dados cadastrais.

A funcionalidade realiza:

  • análise automática de cadastros de produtos, validando informações como GTIN, NCM e Campos vinculados ao GTIN (nome do produto, ncm e CEST);
  • verificação dos novos campos da Reforma Tributária, incluindo CST e cClassTrib;
  • identificação de inconsistências com sugestões inteligentes de correção;
  • validação preventiva, antes da emissão da nota fiscal.

Tudo isso é possível graças à integração entre a tecnologia dos sistemas IOB e a inteligência do Conteúdo IOB, por meio da BCP (base de conteúdo parametrizado), que garante atualização constante conforme a legislação.

De horas para minutos

Na prática, o que antes exigia horas, ou até dias, de conferência manual passa a ser feito em poucos cliques.

Além de otimizar o tempo das equipes fiscais, o Cadastro Certo reduz significativamente:

  • riscos de rejeição de notas;
  • erros operacionais;
  • impacto no faturamento.

E o principal: permite que a empresa atue de forma preventiva, corrigindo inconsistências antes que elas se transformem em problemas.

Um aliado na adaptação à Reforma Tributária

Com o avanço do cronograma da Reforma Tributária e a aproximação das validações obrigatórias, preparar-se deixou de ser opcional.

Mais do que uma nova funcionalidade, o Cadastro Certo reforça o compromisso da IOB em entregar:

  • tecnologia aplicada à rotina fiscal;
  • inteligência regulatória atualizada;
  • praticidade na adequação às novas exigências legais.

Em um cenário em que a emissão correta de notas fiscais é decisiva para manter a operação ativa, contar com ferramentas que antecipam erros não é apenas um diferencial, é uma necessidade estratégica.