• Conheça nosso jeito de fazer contabilidade

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Vestibulum sit amet maximus nisl. Aliquam eu metus elit. Suspendisse euismod efficitur augue sit amet varius. Nam euismod consectetur dolor et pellentesque. Ut scelerisque auctor nisl ac lacinia. Sed dictum tincidunt nunc, et rhoncus elit

    Entenda como fazemos...

Notícia

Burocracia consome 9 horas por semana dos pequenos negócios, aponta estudo

Pequenos negócios brasileiros gastam, em média, nove horas por semana com tarefas burocráticas e financeiras

Por ano, isso equivale a 3 meses de expediente sem que sobre tempo para uma venda sequer, segundo pesquisa encomendada pelo Nu Empresas à Bridge Research.

Pequenos negócios brasileiros gastam, em média, nove horas por semana com tarefas burocráticas e financeiras - o equivalente a mais de um dia útil de trabalho. Em um ano, o tempo chega a cerca de 468 horas — quase três meses de expediente — dedicado a atividades como pagamentos, cobranças, emissão de notas fiscais e conciliação, segundo pesquisa inédita encomendada pelo Nu Empresas à Bridge Research.

O estudo, que ouviu 1,2 mil donos de pequenos negócios de todo o Brasil entre clientes e não clientes do Nubank, mostra que o peso da burocracia varia conforme o perfil da empresa. Enquanto os MEIs dedicam cerca de oito horas semanais a essas atividades, micro e pequenas empresas gastam, em média, 10 horas. No varejo, o tempo sobe para 11 horas por semana.

A sobrecarga também afeta decisões estratégicas: 85% dos empreendedores afirmam ter deixado de fazer alguma atividade desse tipo nos últimos três meses por falta de tempo, enquanto 68% dizem que o negócio seria mais lucrativo se houvesse menos burocracia. As tarefas que consomem o tempo dos empreendedores são as obrigações fiscais e tributárias (43%), seguidas pelo controle de entradas e saídas (41%), emissão de notas fiscais (40%) e conciliação dos recebimentos (30%).

“Cada hora dedicada a conferir um boleto ou emitir uma nota é tempo perdido em planejamento, para o cliente ou para o crescimento do negócio. E é exatamente com essa conta em mente que desenvolvemos soluções e ferramentas como o Assistente de Pagamentos e o Assistente de Cobranças para automatizar essas tarefas operacionais, devolvendo ao empreendedor o tempo que a burocracia consome”, afirma Maximiliano Damian, vice-presidente do Nu Empresas.

Tempo para produtividade

Essa ênfase para usar de forma produtiva o tempo ganho automatizando processos burocráticos foi destacada por Valdir Oliveira, gerente de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, presente à apresentação da pesquisa.

“Nosso desafio vai além de dar mais tempo para transformar isso em produtividade. Para aumentar as chances de sucesso, é não perder de vista o básico: identificar seu negócio com sua vocação e estudar o mercado. Também oferecemos ferramentas como o ALI (Agente Local de Inovação), que são especialistas que orientam e a consultoria Sebrae Tec”, disse.

Ainda sobre inovação, o estudo traz que o pequeno empreendedor brasileiro já incorporou a inovação à comunicação com seus clientes, mas ainda mantém processos tradicionais na gestão financeira do negócio. Embora 66% dos donos de empresas já utilizem ferramentas de Inteligência Artificial, a adoção está concentrada principalmente na criação de conteúdo: entre eles, 68% recorrem à IA para redigir textos e 63% para produzir imagens e vídeos. Quando o assunto é gestão, o uso dessas soluções é significativamente menor: apenas 30% as utilizam para tarefas financeiras ou administrativas.

O reflexo dessa diferença também se reflete nas ferramentas utilizadas no dia a dia: mais da metade dos empreendedores (53%) ainda gerencia o fluxo de caixa em planilhas, e 23% utilizam anotações manuais em papel e caderneta.

Caixinhas PJ

Olhando para a própria base de clientes do Nu Empresas, com dados de setembro de 2026, é possível avaliar como a ferramenta de organização financeira é utilizada pelos empreendedores. Entre os que usam as Caixinhas PJ, mais de três em cada quatro negócios (77%) têm ao menos uma Caixinha dedicada a um objetivo: 63% são ligados ao planejamento, como “imprevistos” e “melhorias”, e 18% à rotina financeira: “fluxo de caixa”, “capital de giro” e “pagamentos”.

Os dados também apontam que o dinheiro guardado na Caixinha não é dinheiro de passagem: 86% desses clientes mantêm algum valor guardado há mais de 30 dias. Essa é a mesma organização que muitos ainda fazem em planilha, mas dentro da conta e com o benefício de rendimento de 100% do CDI com liquidez imediata para o caixa do dia a dia e, para quem pode travar o valor por 6 meses ou mais, a partir de 102,5% do CDI.

Limite transacional

Além de ferramentas de organização financeira como as Caixinhas, o Nu Empresas também amplia recursos voltados a negócios em estágios mais avançados de crescimento. A empresa está expandindo a funcionalidade de limite transacional para 100% da base elegível, que permite aos donos de contas PJ definir quanto cada funcionário pode movimentar.

Com a novidade, os responsáveis pela conta podem delegar atividades, como pagamentos e transferências, com mais controle, sem conceder aos usuários autorizados autonomia financeira ilimitada. A funcionalidade não está relacionada ao limite de crédito, mas ao gerenciamento de transações como pagamentos de fornecedores ou o controle de despesas para que a operação seja mais segura e organizada.

“Vimos no estudo que crescer traz complexidade na administração. O limite transacional dá ao empreendedor a confiança de delegar tarefas sem perder a visibilidade e o controle sobre o caixa da empresa”, explica Damian.