Escolha é facultativa e mantém a empresa no Simples Nacional, mas retira os dois novos tributos do DAS; nova oportunidade será aberta em março de 2027
Área do Cliente
Notícia
Número de investidores no Tesouro cresce em 52,76%; como aplicar?
Programa de compra e venda de títulos públicos fechou 2019 com 1.201.181 pessoas com saldo em operações. São 414.863 a mais do que em 2018
O número de investidores ativos no Tesouro Nacional cresceu 52,76% em 2019, totalizando 1.201.181 pessoas com saldo em aplicações em títulos públicos no ano. São 414.863 investidores a mais, se comparado ao volume atingido em 2018.
Você sabe como investir nos títulos públicos?
O Tesouro Direto é um programa de compra e venda de títulos públicos federais por pessoas físicas, criado pela Secretaria do Tesouro Nacional. Esses papéis são emitidos pelo governo federal para pagar e financiar atividades como educação, saúde e infraestrutura.
Pode-se dizer que quem compra um título público está “emprestando dinheiro ao governo” por um tempo, mas é uma concessão que gera rendimento.
Existem duas formas de comprar os títulos do Tesouro Direto para começar a investir. A primeira é participar de um fundo de investimentos que aplique nesses títulos. Nesse caso, a escolha e compra desses papéis é realizada por um administrador profissional.
A segunda opção é comprar diretamente no site do Tesouro Direto. Para esta transação é preciso ter cadastro em um banco ou corretora habilitados para fazer a operação. Confira a lista completa no site do Tesouro Direto. O processo é similar à abertura de uma conta em banco. É preciso informar nome, profissão, endereço e o número do RG e CPF.
Cada instituição determina uma quantia mínima para a abertura da conta.
Ao finalizar o processo, o investidor recebe login e senha para ter acesso à operação diretamente no site do Tesouro Direto.
“Muitas pessoas ficam admiradas ao saber que com menos de R$ 40 já dá para começar a investir no Tesouro Direto. Além disso, por ser uma plataforma online, não é preciso nem sair de casa para fazer a operação”, comenta educadora financeira Teresa Tayra.
Qual título público escolher?
Há dois tipos de títulos públicos para comprar. Os prefixados (com rendimento definido no momento em que é feito o investimento) ou pós-fixados (com a rentabilidade associada a algum índice, como a taxa Selic ou o IPCA, por exemplo).
Os títulos oferecidos são:
• Tesouro Prefixado
• Tesouro Prefixado com Juros Semestrais
• Tesouro IPCA
• Tesouro IPCA com Juros Semestrais
• Tesouro Selic
Todos os títulos têm prazo de vencimento – dia estabelecido pelo Tesouro para o governo pagar ao investidor o dinheiro aplicado –, tipos de rentabilidade e fluxos de remuneração.
Em uma pesquisa feita no site do Tesouro Direto no dia 3 de fevereiro, é possível encontrar algumas opções de investimentos prefixados e pós-fixados. Confira exemplos:
Títulos prefixados:
Tesouro prefixado 2022
• Rentabilidade anual: 4,90%
• Investimento mínimo: R$ 36,52
• Vencimento: 1º/01/2022
Tesouro prefixado 2025
• Rentabilidade anual: 6,12%
• Investimento mínimo: R$ 37,38
• Vencimento: 1º/01/2025
Tesouro prefixado 2029 (com juros semestrais)
• Rentabilidade anual: 6,57%
• Investimento mínimo: R$ 36,94
• Vencimento: 1º/01/2029
Títulos pós-fixados:
Tesouro IPCA 2024
• Rentabilidade anual: IPCA + 2,28%
• Investimento mínimo: R$ 59,65
• Vencimento: 15/08/2024
Tesouro IPCA 2026 (com juros semestrais)
• Rentabilidade anual: IPCA + 2,59%
• Investimento mínimo: R$ 40,54
• Vencimento: 15/08/2026
Tesouro IPCA 2035
• Rentabilidade anual: IPCA + 3,36%
• Investimento mínimo: R$ 39,93
• Vencimento: 15/05/2035
Títulos podem ser resgatados antes
Apesar de existir uma data de vencimento, os títulos podem ser resgatados antes da data. No entanto, não será pago o valor previsto no ato da operação. O investidor receberá o valor de mercado do título naquele momento, que pode ser maior ou menor que o estipulado para o vencimento.
O dinheiro não é liberado imediatamente à solicitação. Tanto na compra quanto na venda dos títulos, o dinheiro é depositado ou retirado da conta do investidor no dia seguinte à ordem de operação.
“Antes de iniciar qualquer tipo de investimento, é preciso pensar em uma reserva de emergência, aquela que traz segurança para os imprevistos. E por isso é preciso que a liquidez seja diária, ou seja com possibilidades de resgastes a qualquer momento. Para a reserva de segurança, existem várias opções de investimentos, dentro do Tesouro, a mais indicada é o Tesouro Selic, pois ele possui o menor risco em caso de venda antecipada”, orienta Teresa.
Tesouro ainda é boa opção de investimento
Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), com a queda de juros básicos que chegou a 4,5% – que deve cair para 4,25% na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) – todos os investimentos de renda fixa passam a ter menores resultados e chegam, inclusive, a perder da inflação, que é o caso da poupança.
“O Tesouro continua sendo uma boa alternativa de investimento, mesmo com a Selic em baixa. O ideal no momento é investir no Tesouro Selic ou inflação [IPCA] para não perder dinheiro. Mesmo rendendo pouco, sempre vai valer a pena aplicar o dinheiro e manter o poder de compra, do que deixar guardado em casa. Afinal, R$ 1000 hoje não é a mesma coisa de daqui a dois meses. Só é preciso ficar de olho para a taxa administrativa”, diz Oliveira.
Teresa acredita que muitas pessoas que estão endividadas chegam a mudar seu comportamento e sua maneira de consumir quando conhecem mais sobre investimentos. “Quando descobrem que é possível iniciar investindo pouco, notam que vale a pena deixar de lado velhos hábitos de consumo. ”
Notícias Técnicas
Decisões do STF aumentam a atenção sobre contratos, pagamentos e riscos trabalhistas
Empresas podem consultar pelo CNPJ se fornecedores recolherão os novos tributos pelo Simples Nacional ou pelo regime regular em 2027
Indisponibilidade do Portal Único será no domingo (25), entre 1h e 5h, e atingirá declarações e outros serviços do comércio exterior
Confira datas, verbas, descontos e documentos antes de concluir a revisão
Mudanças envolvem CST, cClassTrib e cálculo da base de tributação e exigem atenção dos contadores e contribuintes
A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2026 as Soluções de Consulta nº 3.057, 3.058 e 3.059, assinadas em 21 de outubro de 2026
A Resolução CGSN nº 195/2026 altera as regras do Simples Nacional previstas na Resolução nº 140/2018. Contadores e empresas devem verificar as mudanças para adequar procedimentos fiscais e evitar erros no cumprimento das obrigações
A tributação dos créditos presumidos de ICMS voltou ao centro das discussões no Superior Tribunal de Justiça (STJ), especialmente diante das mudanças introduzidas pela Lei nº 14.789/2023, conhecida como Lei das Subvenções
A Receita Federal esclareceu atraves da Cosit 202 que a suspensão de tributos federais pelo RETID não se transforma em alíquota zero quando insumos são perdidos, deteriorados ou destruídos durante testes técnicos obrigatórios
Notícias Empresariais
Empresários podem usar os dados contábeis para planejar os próximos passos, identificar riscos e tomar decisões mais seguras. Mais do que acompanhar receitas e despesas, é importante usar essas informações para orientar o futuro do negócio
O caixa é frequentemente o lugar onde a crise se torna visível, não necessariamente onde ela nasce
O ambiente corporativo vive uma transformação cultural que convida as empresas a rever a forma como atraem, desenvolvem e retêm talentos
Conselho Jurídico da ACSP discute os limites da responsabilização dos sócios por débitos empresariais e os riscos para pequenos e médios negócios
Nova ferramenta, Escala Sebrae, indica cenários e ações, a partir da realidade de cada empreendedor, para se adequar ao novo regime de trabalho, de 5x2, sem perder eficiência
Iniciativa prevê recursos não reembolsáveis para melhorar pequenos negócios; edital tem expectativa de divulgação até o fim de 2026
Segunda edição da Taxonomia Sustentável Brasileira inclui biodiversidade, uso sustentável do solo, economia circular e desigualdades regionais
Usar a conta pessoal para movimentar o dinheiro da empresa pode dificultar a gestão financeira, a contabilidade e a comprovação das receitas
Entenda como prazos de recebimento, estoque, dívidas e retiradas dos sócios podem comprometer o caixa do negócio
Febraban alerta para conferir dados do destinatário antes de concluir a transação
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade