Escolha é facultativa e mantém a empresa no Simples Nacional, mas retira os dois novos tributos do DAS; nova oportunidade será aberta em março de 2027
Área do Cliente
Notícia
Quanto custa não ter uma estratégia ESG?
De reputação a risco competitivo: como o ESG impacta sua empresa em 2026
Por muito tempo, ESG foi tratado como uma agenda de reputação. Algo importante, mas não necessariamente estratégico. Algo desejável, mas nem sempre prioritário. Contudo, em hoje, essa visão já não encontra respaldo na realidade dos negócios.
A pergunta que líderes empresariais deveriam estar fazendo não é quanto custa implementar uma estratégia ESG, mas sim quanto custa não ter uma.
A resposta passa por contratos que deixam de ser fechados, oportunidades que deixam de existir, mercados que se tornam inacessíveis e riscos que poderiam ter sido evitados. Em um ambiente comercial cada vez mais exigente, a ausência de uma estratégia ESG deixou de representar apenas uma lacuna institucional para se tornar um risco competitivo.
Os sinais dessa transformação estão em toda parte. O Brasil, inclusive, entrou definitivamente em uma nova etapa da agenda de sustentabilidade corporativa com o avanço das exigências relacionadas aos padrões internacionais de divulgação de informações ESG. Ao mesmo tempo, diferentes setores da economia passaram a incorporar critérios de sustentabilidade em processos de certificação, qualificação de fornecedores e atração de investimentos.
Não se trata apenas de atender a uma demanda regulatória, mas sim de uma nova lógica de mercado.
Um levantamento recente da RSM mostrou que 45% das empresas passaram a exigir informações ESG de seus fornecedores, destacando que 82% das organizações latino-americanas consideram essa agenda essencial para suas operações. O dado ajuda a explicar uma mudança silenciosa que vem ocorrendo dentro das cadeias produtivas, onde empresas estão sendo avaliadas não apenas pela qualidade de seus produtos ou serviços, mas também pela forma como gerenciam seus impactos, riscos e compromissos.
Na prática, isso significa que organizações sem indicadores, metas, governança e processos estruturados podem encontrar dificuldades crescentes para participar de concorrências, integrar cadeias globais de fornecimento ou atender às expectativas de clientes estratégicos. Muitas vezes, a perda de competitividade não acontece porque a empresa produz menos ou entrega pior, mas porque o mercado passou a exigir evidências que ela não consegue apresentar.
Em um cenário marcado por transparência, exposição permanente e acesso instantâneo à informação, questões relacionadas à governança, ao meio ambiente ou às relações de trabalho ganharam impacto direto sobre a percepção de valor das empresas. A confiança, que sempre foi um ativo importante, tornou-se um diferencial competitivo.
O problema é que a ausência de uma estratégia ESG raramente produz consequências imediatas e visíveis. Diferentemente de uma multa ou de uma queda brusca de receita, seus efeitos costumam aparecer de forma gradual. Eles se manifestam quando um potencial cliente escolhe outro fornecedor ou quando um investidor direciona recursos para empresas mais preparadas para lidar com riscos de longo prazo, por exemplo.
Por isso, reduzir ESG a uma obrigação regulatória ou um certificado bonito na parede é um erro crasso no mundo empresarial de hoje.
As empresas que estão obtendo os melhores resultados na implantação desse programa dentro de casa não o enxergam mais como um custo adicional. Elas o utilizam como ferramenta de gestão, tomada de decisão e geração de valor, pois entendem que sustentabilidade, governança e responsabilidade social não são objetivos isolados, mas elementos que fortalecem a resiliência do negócio e ampliam sua capacidade de adaptação.
O debate sobre ESG já deixou de ser uma discussão entre empresas pioneiras e empresas conservadoras. Hoje, trata-se de uma discussão entre empresas preparadas e empresas atrasadas. Em um mercado cada vez mais orientado por transparência, governança, rastreabilidade e gestão de riscos, a tendência é que organizações sejam pressionadas por aquilo que aprendi com um cliente sobre o tema: os três Cs do ESG: consciência, compliance ou constrangimento.
Consciência, porque empresas compreenderão que sustentabilidade e governança são elementos de geração de valor. Compliance, porque normas, cadeias produtivas e mercados exigirão padrões cada vez mais robustos de conformidade. E constrangimento, porque organizações que ignorarem essa transformação poderão simplesmente ficar para trás em um ambiente onde clientes, investidores e parceiros já passaram a exigir evidências concretas de compromisso e gestão.
A pergunta, portanto, deixou de ser se ESG gera valor. A pergunta correta é quanto valor sua empresa está deixando de capturar por ainda não tratá-lo como um ativo estratégico do negócio.
Notícias Técnicas
Decisões do STF aumentam a atenção sobre contratos, pagamentos e riscos trabalhistas
Empresas podem consultar pelo CNPJ se fornecedores recolherão os novos tributos pelo Simples Nacional ou pelo regime regular em 2027
Indisponibilidade do Portal Único será no domingo (25), entre 1h e 5h, e atingirá declarações e outros serviços do comércio exterior
Confira datas, verbas, descontos e documentos antes de concluir a revisão
Mudanças envolvem CST, cClassTrib e cálculo da base de tributação e exigem atenção dos contadores e contribuintes
A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2026 as Soluções de Consulta nº 3.057, 3.058 e 3.059, assinadas em 21 de outubro de 2026
A Resolução CGSN nº 195/2026 altera as regras do Simples Nacional previstas na Resolução nº 140/2018. Contadores e empresas devem verificar as mudanças para adequar procedimentos fiscais e evitar erros no cumprimento das obrigações
A tributação dos créditos presumidos de ICMS voltou ao centro das discussões no Superior Tribunal de Justiça (STJ), especialmente diante das mudanças introduzidas pela Lei nº 14.789/2023, conhecida como Lei das Subvenções
A Receita Federal esclareceu atraves da Cosit 202 que a suspensão de tributos federais pelo RETID não se transforma em alíquota zero quando insumos são perdidos, deteriorados ou destruídos durante testes técnicos obrigatórios
Notícias Empresariais
Empresários podem usar os dados contábeis para planejar os próximos passos, identificar riscos e tomar decisões mais seguras. Mais do que acompanhar receitas e despesas, é importante usar essas informações para orientar o futuro do negócio
O caixa é frequentemente o lugar onde a crise se torna visível, não necessariamente onde ela nasce
O ambiente corporativo vive uma transformação cultural que convida as empresas a rever a forma como atraem, desenvolvem e retêm talentos
Conselho Jurídico da ACSP discute os limites da responsabilização dos sócios por débitos empresariais e os riscos para pequenos e médios negócios
Nova ferramenta, Escala Sebrae, indica cenários e ações, a partir da realidade de cada empreendedor, para se adequar ao novo regime de trabalho, de 5x2, sem perder eficiência
Iniciativa prevê recursos não reembolsáveis para melhorar pequenos negócios; edital tem expectativa de divulgação até o fim de 2026
Segunda edição da Taxonomia Sustentável Brasileira inclui biodiversidade, uso sustentável do solo, economia circular e desigualdades regionais
Usar a conta pessoal para movimentar o dinheiro da empresa pode dificultar a gestão financeira, a contabilidade e a comprovação das receitas
Entenda como prazos de recebimento, estoque, dívidas e retiradas dos sócios podem comprometer o caixa do negócio
Febraban alerta para conferir dados do destinatário antes de concluir a transação
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade