A Receita Federal, o Comitê Gestor do IBS e o Encat publicaram, nesta terça-feira (2.jun.2026), a Nota Técnica 2025.002-RTC – Versão 1.50, com atualizações na NFe e na NFCe
Área do Cliente
Notícia
Empresas que treinam mais crescem melhor, erram menos e ganham velocidade no mercado
Educação corporativa deixa de ser benefício complementar e passa a funcionar como motor de produtividade, retenção, saúde organizacional e crescimento sustentável
Em um mercado cada vez mais veloz, competitivo e pressionado por eficiência, uma verdade começa a se impor com força nas empresas: crescer sem desenvolver pessoas virou um risco caro demais. O investimento em educação corporativa, antes tratado por muitas organizações como ação de apoio ou benefício interno, passa agora a ocupar um lugar estratégico na operação, na produtividade e no futuro dos negócios.
Os números ajudam a explicar essa mudança. Segundo levantamento do Brandon Hall Group, empresas que investem de forma estruturada em educação corporativa têm até 33% mais chances de acelerar o tempo de produtividade dos colaboradores. Na prática, isso significa times mais preparados, decisões mais seguras, menos erros e mais capacidade de resposta em um ambiente onde falhar custa caro — e repetir falhas custa ainda mais.
Para Erica Rodrigues, professora da DomEduc e especialista em saúde mental no trabalho, o impacto do desenvolvimento contínuo aparece diretamente na forma como a empresa opera no dia a dia.
“Quando o desenvolvimento deixa de ser pontual e passa a ser contínuo, a empresa reduz retrabalho, melhora a qualidade das decisões e ganha velocidade de execução”, afirma.
O erro que trava empresas começa no básico
Ao contrário do que muitos líderes ainda imaginam, os problemas que mais desgastam a operação nem sempre estão em decisões complexas ou em grandes crises técnicas. Muitas vezes, o prejuízo começa no básico: comunicação ineficiente, desalinhamento entre áreas, prioridades mal definidas, decisões tomadas sem contexto e ruídos que se repetem todos os dias até se transformarem em perda de tempo, dinheiro e energia.
Esse é o tipo de falha que parece pequena quando vista isoladamente, mas que, somada ao longo do tempo, compromete produtividade, clima, entrega e reputação interna.
“Sem desenvolvimento, cada profissional passa a operar a partir da própria referência. Isso gera inconsistência, ruído e impacto direto na entrega”, explica Erica Rodrigues.
Em outras palavras, quando a empresa não forma, orienta e acompanha, cada time começa a criar sua própria lógica de execução — e o resultado costuma ser previsível: mais retrabalho, mais desgaste e menos eficiência.
Educação corporativa acelera produtividade e reduz atrito
Quando o investimento em desenvolvimento é estruturado, os efeitos aparecem em múltiplas frentes. Com mais clareza sobre processos, responsabilidades e critérios de atuação, os times ganham fluidez, trabalham com menos atrito e aumentam a qualidade da execução.
A produtividade melhora não apenas porque as pessoas sabem mais, mas porque passam a errar menos, decidir melhor e atuar com mais segurança.
Esse ganho se torna ainda mais valioso em empresas que estão crescendo, revisando processos ou atravessando mudanças mais intensas. Nesses contextos, a ausência de preparação amplia o caos. Já o desenvolvimento contínuo funciona como eixo de sustentação.
Saúde mental e retenção também entram no jogo
Outro ponto que ganha força nessa discussão é o impacto da educação corporativa sobre a experiência do colaborador. Ambientes mais organizados, com menos ruído, mais previsibilidade e maior clareza de expectativas, tendem a reduzir estresse, insegurança e desgaste emocional no trabalho.
Na prática, isso significa que investir em desenvolvimento não melhora apenas performance. Também fortalece retenção, bem-estar e clima organizacional.
“Quando as pessoas entendem melhor o que fazer e têm mais segurança para executar, o trabalho flui melhor. Isso diminui pressão desnecessária e melhora o clima organizacional”, afirma a especialista.
Em um momento em que tantas empresas discutem burnout, desengajamento e perda de talentos, esse dado ganha peso estratégico. A falta de desenvolvimento não afeta apenas resultado. Afeta também saúde mental e permanência.
O modelo antigo já não sustenta o crescimento
Mesmo com evidências cada vez mais claras, muitas empresas ainda resistem a tratar educação corporativa como investimento central. Entre os fatores que mais atrasam essa mudança estão a visão de curto prazo, a dificuldade de mensurar retorno imediato e modelos de gestão que ainda operam com a lógica de que o profissional precisa “chegar pronto”.
Para Erica Rodrigues, esse pensamento já não acompanha a realidade atual.
“Ainda existe a ideia de que o profissional precisa chegar pronto ou se desenvolver sozinho. Esse modelo não acompanha mais a realidade do mercado”, diz.
Em um cenário de transformação acelerada, novas exigências de carreira e mudanças contínuas nas formas de trabalhar, esperar que as pessoas evoluam sozinhas deixou de ser estratégia. Passou a ser omissão cara.
Crescer sem desenvolver pessoas aumenta o risco de colapso interno
Nas empresas em expansão, o alerta é ainda mais forte. À medida que o negócio cresce, cresce também a complexidade da operação. E, sem preparo, esse movimento pode gerar exatamente o oposto do que se espera: em vez de escala saudável, surge desorganização.
“À medida que a empresa cresce, aumenta a complexidade. Sem preparo, os erros se repetem, o desgaste aumenta e o time não acompanha o ritmo do negócio”, explica Erica.
O resultado pode ser um ciclo difícil de interromper: mais retrabalho, mais sobrecarga, mais perda de talentos e menos capacidade de sustentar a velocidade do crescimento.
Desenvolver pessoas virou vantagem competitiva real
A mensagem que emerge com força é direta: educação corporativa não é custo, não é luxo e não é complemento. É o que separa empresas que crescem com consistência daquelas que tropeçam na própria expansão.
Mais do que treinar, desenvolver pessoas passou a significar organizar melhor a operação, reduzir falhas, fortalecer lideranças, melhorar decisões e construir um ambiente onde o crescimento não destrua a própria estrutura que o sustenta.
“Desenvolver pessoas não é um complemento. É o que sustenta a operação e permite que a empresa cresça sem perder eficiência”, conclui Erica Rodrigues.
Em um mercado onde velocidade sem preparo pode virar desordem, as empresas que entenderem isso antes terão mais do que equipes treinadas. Terão uma vantagem competitiva difícil de copiar.
Notícias Técnicas
A Receita Federal definiu que a imunidade tributária para livros não se estende ao PIS/Pasep e à Cofins sobre livros digitais, pois o benefício constitucional abrange apenas impostos
Empresas de serviços de saúde no lucro presumido podem aplicar presunção reduzida de 8% para IRPJ e 12% para CSLL, desde que sejam sociedade empresária e cumpram normas da Anvisa
Estudo do IBPT indica que o trabalhador brasileiro destinou os primeiros meses de 2026 exclusivamente ao pagamento de impostos, até 30 de maio
Omissão da DASN-SIMEI gera multa automática, bloqueios fiscais e pode levar ao cancelamento definitivo do cadastro empresarial
Falhas na escrituração ou divergências entre obrigações acessórias podem gerar inconsistências identificadas nos cruzamentos eletrônicos da Receita Federal
Empresas de segmentos específicos do comércio passam a depender de negociação coletiva para funcionar em feriados, além de cumprir regras previstas na legislação municipal
Confira o novo cronograma de pagamento da restituição do Imposto de Renda 2026
Versão passa a ser permitida a utilização de caracteres alfabéticos e numéricos no registro do CNPJ Alfanumérico
Bloqueio do sistema afetará quem não elevar o nível de segurança da conta. Folha de maio é a última no formato antigo
Notícias Empresariais
O mercado finalmente percebeu o que o burnout custa. Mas poucos sabem o que a saúde emocional organizacional produz — e o número é mais alto do que você imagina
Estudos e práticas adotadas por grandes empresas mostram que excesso de reuniões pode prejudicar produtividade, decisões e inovação
Empresas precisam criar regras claras para evitar vazamento de dados, decisões sem controle e uso inseguro da inteligência artificial
Conheça os gargalos financeiros que destroem o lucro do seu negócio e aprenda estratégias para blindar as finanças
Organização contábil e transparência financeira são os fatores decisivos para multiplicar o valor de mercado de um negócio ou afastar investidores
Análise de desempenho, motivação e conflitos são cruciais para entender as mudanças no topo das empresas
Especialista em recrutamento de CEOs e conselheiros explica as competências que aceleram ou travam a ascensão à alta liderança
Os Estados Unidos propuseram uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros em resposta a uma investigação do USTR, segundo comunicado divulgado na noite de segunda-feira (1º.jun.2026).
Em um mercado mais competitivo, a forma como o empresário decide, lidera e aprende pode ser tão importante quanto o produto que vende
Aristóteles diria aos novos líderes que liderança não começa no cargo, mas na formação do caráter capaz de decidir, responder e sustentar consequências
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade