Mudanças abrangem eventos como S-1000, S-1010, S-2410, S-2500 e S-8200, com implantação escalonada até janeiro de 2027
Área do Cliente
Notícia
Como a felicidade corporativa se tornou uma área estratégica dentro das empresas
Mais do que um ambiente descontraído, a felicidade corporativa se consolida como um pilar estratégico para engajamento, produtividade e retenção de talentos
Quando falamos em felicidade nas empresas, muita gente ainda imagina aquele combo clássico: puffs coloridos, mesa de pingue-pongue, espaço instagramável com neon, dress code informal, café “gourmet” e geladeira com cerveja liberada. Poderíamos passar horas listando essas iniciativas e tudo bem — esses elementos até podem fazer parte de um ambiente mais leve.
Mas reduzir a felicidade corporativa a isso é deixar de olhar para o que realmente importa: fazer com que os colaboradores se sintam seguros, reconhecidos e com espaço para contribuir de verdade. A felicidade no trabalho está muito mais ligada à segurança psicológica, boas lideranças, clareza de expectativas, autonomia, comunicação que flui e um ambiente onde há espaço para errar e aprender.
Enxergo a felicidade corporativa encontrando seu lugar como um sistema que sustenta cultura, performance e reputação. Que cuida de quem cuida do negócio. Que ouve antes de agir. Que constrói confiança no dia a dia. É uma prática poderosa, cultivada diariamente, mas que, no médio e longo prazo, transforma resultados.
Como bem coloca Renata Rivetti, maior especialista no tema no Brasil: “A felicidade no trabalho acontece quando as pessoas sentem que pertencem, têm propósito e são ouvidas.”
Empresas que entenderam isso já estão estruturando essa pauta como área estratégica. São os casos da Heineken e da Chilli Beans, que criaram iniciativas formais voltadas à cultura do bem-estar, com times responsáveis por ouvir, planejar e agir com base em dados reais sobre a experiência do colaborador. Sabia que essas empresas, inclusive, já possuem CHOs (Chief Happiness Officers)? Isso mesmo: um C-Level dedicado exclusivamente à felicidade das pessoas.
De “nice to have” a “must have”
Uma pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que colaboradores felizes são até 13% mais produtivos. Outro dado relevante, da Gallup, aponta que funcionários que se sentem reconhecidos são 45% menos propensos a deixar a empresa. Já no relatório State of the Global Workplace, a Gallup estima que a falta de engajamento custou US$ 8,9 trilhões à economia global em 2023 — um número tão surreal que representa cerca de 9% do PIB global.
Ou seja, a felicidade deixou de ser um benefício ou mimo. Virou indicador de saúde organizacional. E de resultado.
Empresas maduras nesse tema vêm tratando a felicidade como qualquer KPI de negócio: com método, escuta ativa, medição constante e decisões práticas. E mais: com ações que envolvem as lideranças, não apenas o RH. Falar sobre felicidade tem que partir dos fundadores, do board, dos diretores. Afinal, hoje isso faz parte da estratégia central das organizações.
Se a felicidade no trabalho tem impacto direto em produtividade, inovação, reputação e até lucro… por que ainda é tratada como uma extravagância? Por que ainda não está entre as prioridades essenciais das empresas?
A pauta da felicidade está madura. E a empresa que entender isso agora vai sair na frente. Ou melhor: já saiu na frente. Não só nos números, mas na forma como atrai, desenvolve e retém quem realmente faz a diferença.
Notícias Técnicas
Versão 12.2.6 da ECF corrige erro na geração de relatórios de Pastas e Fichas e deve ser usada em diferentes leiautes
Atualização da documentação técnica inclui eventos transacionais, regras de validação e esquemas para arquivos XML
Homologação avaliou cenários de emissão, regras de negócio e possíveis inconsistências antes das próximas etapas de implantação
Equívocos no valor da terra, no cadastro, na classificação das áreas e no uso do imóvel podem distorcer o cálculo do ITR e gerar correções posteriores
Agenda tributária da Receita Federal reúne obrigações com vencimentos a partir de 10 de setembro; confira o que empresas e profissionais devem observar
A Solução de Consulta COSIT nº 172/2026 uniformizou as regras do IRRF sobre resgates de previdência complementar
A Solução de Consulta COSIT nº 171/2026 definiu o prazo para recolhimento das retenções previdenciárias em serviços prestados a órgãos públicos, conforme a integração do ente ao SIAFI
A Receita Federal publicou a Solução de Consulta COSIT nº 170/2026, com novos critérios para calcular a base de retenção das contribuições previdenciárias em serviços de construção civil
A IN RFB nº 2.341/2026 mudou o acompanhamento de empresas que utilizam benefícios fiscais federais. Até dezembro de 2026, o procedimento terá caráter orientativo antes das intimações formais
Notícias Empresariais
Retrabalho, informações desencontradas e controles manuais reduzem a eficiência das empresas. Identificar os gargalos é o primeiro passo para melhorar a operação
Adotar inteligência artificial é relativamente simples. O desafio está em transformar processos, competências, liderança e comportamento sem criar uma organização mais rápida, porém incapaz de pensar melhor
Novas regras do Pronampe ampliam o limite de crédito para R$ 500 mil, estendem o prazo de pagamento e dobram o período de carência
Menos de dois meses após entrar em operação, sistema já é usado por modelos de IA que buscam prever riscos e acelerar a oferta de crédito às empresas
Estudo da Acrefi mostra que, no primeiro semestre, 19,8 mil CNPJs fraudulentos foram identificados e barrados. Em geral, são criados com o uso ilegal de CPFs de terceiros
O mercado financeiro fez a transição que muitas empresas não conseguiram: ESG deixou de ser narrativa e passou a ser precificação de risco
Especificações técnicas do sistema foram atualizadas para aprimorar a integração de empresas e automatizar processos de pagamentos recorrentes
Projeção para o PIB variou de 1,92% para 1,93%
A discussão sobre inteligência artificial na América Latina começou da forma errada.
Um direito muitas vezes esquecido pode dar fôlego ao giro
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade