Novas regras incorporam IBS e CBS ao regime, atualizam procedimentos e estabelecem novos prazos de opção para 2027
Área do Cliente
Notícia
O horário de verão é realmente mais econômico para as empresas?
A adoção precisa realmente ser revista e talvez cheguemos à conclusão de que estamos gastando mais do que economizando
Todas as empresas, especialmente as de Tecnologia da Informação, questionam a adoção do horário de verão, bem como a economia gerada pela adoção do mesmo. Não é à toa que, nos últimos dias, ocorreram tantas discussões em torno do tema. Fazendo algumas contas, chegamos a algumas conclusões:
1 - A troca do horário dos servidores, dos ativos de rede, dos bancos de dados e dos demais equipamentos acontece sempre fora do horário do expediente regular, das 08h às 18h.
2 - Essa troca, feita fora desse horário, gera custos para as empresas, como horas extras, deslocamentos dos funcionários, alimentação e algumas outras despesas.
3 - Após a troca, os profissionais precisam ainda ficar em regime de plantão e aferir se todas as alterações não provocaram alguns efeitos "colaterais" nos processos dos servidores e das empresas.
Imagine um Datacenter onde milhares de servidores deverão ter o seu horário alterado. Claro, existem mecanismos para que os horários dos servidores sejam ajustados quando o horário de verão acabar; porém, existem também alguns servidores em que não é possível conectar a um centralizador de horários – ou por não aceitarem por conta de versões de sistemas operacionais desatualizadas ou por simplesmente não terem essa funcionalidade.
Imagine todos os órgãos públicos e seus servidores e ativos de rede. Imagine os hospitais com seus servidores, seus ativos de rede e também os equipamentos médicos. Tenho a nítida impressão de que a economia proporcionada pelo horário de verão (R$ 147 milhões em 2017) é facilmente consumida com as horas extras e as demais despesas que as empresas têm de pagar para levar os seus equipamentos para o horário de verão e depois ter as mesmas despesas para trazê-los de volta.
Fiz uma conta hipotética:
São pouco mais de 19 milhões de empresas no Brasil (19.872.004), segundo o EMPRESOMETRO.COM.BR – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. Suponhamos que cada empresa possua um único ativo de rede ou servidor para trocar o horário de verão, e gaste apenas cinco minutos para levar e para trazer esse ativo para o horário de verão.
Teremos então:
IDA PARA O HORÁRIO DE VERÃO
19.872.004 x 5 (minutos por empresa) = R$ 99.360.020,00 investidos
VOLTA DO HORÁRIO DE VERÃO
19.872.004 x 5 (minutos por empresa) = R$ 99.360.020,00 investidos
Teremos portanto a hipotética quantia de R$ 198.720.040,00
Considerando que economizamos R$ 147.000.000,00 com o horário de verão em 2016/2017, temos portanto um déficit de R$ 51.720.040,00.
Aqui constam apenas as empresas comerciais e ativas, sem o setor público, institutos etc. Não é possível colocar também o desgaste das pessoas que precisam acordar mais cedo para ir ao trabalho (professores, apresentadores de TV, empregadas domésticas, motoristas e uma infinidade de trabalhadores brasileiros que moram longe e precisam "madrugar"). Se colocarmos esse custo "intangível", chegaremos a um valor muito maior.
Porém, essa conta serve para alertar ou jogar um pouco mais de luz (não resistindo ao trocadilho), de que a adoção do horário de verão em tempos de tecnologia avançada, novas formas de geração de energia (eólica, solar etc.) pode não ser mais plausível nos nossos tempos e em nosso país. A adoção precisa realmente ser revista e talvez cheguemos à conclusão de que estamos gastando mais do que economizando.
Notícias Técnicas
O CGSN publicou a Resolução CGSN nº 191/2026, que altera o prazo para a obrigatoriedade do uso do Emissor Nacional da NFS-e por empresas optantes pelo Simples Nacional
CPC 23 e NBC TG 23: tratamento de erros e impactos em sócios e empresa
O CARF decidiu parcialmente a favor do contribuinte sobre a possibilidade de excluir benefícios fiscais de ICMS da base de cálculo do IRPJ e da CSLL
A Solução de Consulta COSIT nº 137/2026 estabelece que produtos à base de cloreto de cálcio di-hidratado não podem usufruir do regime especial de créditos presumidos de PIS/Pasep e Cofins
A Solução de Consulta COSIT nº 141/2026 estabelece que a construção de redes de telecomunicações, quando realizada por empresas do Simples Nacional, deve ser tributada pelo Anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006
Receita Federal esclarece, por meio da Solução de Consulta COSIT nº 139/2026, o tratamento de IRPJ e CSLL sobre receitas de serviços prestados a fontes no exterior
No ambiente online também é possível fazer a importação da declaração em lote
Novo acesso ao Chat RFB pelo portal Serviços da Receita Federal facilita o atendimento e centraliza o histórico de solicitações
Gestação de alto risco e outras condições agora dispensam o pagamento mínimo de 12 contribuições à Previdência
Notícias Empresariais
Durante muito tempo, contratar uma empresa de benefícios significava apenas fornecer vale‑refeição ou vale‑transporte aos colaboradores. Bom, esse cenário mudou
Novas tecnologias e a automação estão mudando funções e exigindo adaptação contínua. Nesse cenário, apenas o conhecimento técnico já não é suficiente para se destacar
Em ambientes cada vez mais imprevisíveis, capacidade de ouvir, priorizar, corrigir rotas e decidir sob pressão passa a diferenciar líderes consistentes daqueles que apenas ocupam posições de comando
Evite a inadimplência e preserve o caixa com uma política de crédito clara para sua empresa. Descubra como
Executivos esperam que a tecnologia transforme suas estratégias de força de trabalho
Empresas respondem mais rápido do que nunca aos problemas, mas talvez nunca tenham dedicado tão pouco tempo para pensar no futuro
Com cartão de crédito no limite, cresce a oferta de boleto parcelado e Pix no crédito; especialistas alertam para riscos de inadimplência e superendividamento
Para Copom, redução da Selic busca convergência para centro da meta
Alguns dos maiores prejuízos de um pequeno negócio não surgem de decisões erradas, mas de decisões importantes tomadas tarde demais
Para o RH, o desafio é preparar profissionais para usar esse ganho de tempo com senso crítico, responsabilidade e foco em resultados
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade