Programa foi criado para facilitar a adaptação dos contribuintes às novas obrigações relacionadas à emissão de documentos fiscais na transição para o modelo instituído pela Reforma Tributária do Consumo
Área do Cliente
Notícia
Mudança ou extinção
Essa é a grande questão do momento para muitas corporações nacionais e internacionais.
Quanto tempo uma empresa necessita para transformar seu modelo de negócios construído no passado por um que responda às necessidades do presente e do futuro da sociedade? Cinco anos? Dez anos? Quinze anos?
Sem dúvida, depende do tamanho da empresa. Quanto maior, mais difícil uma guinada rápida, pois há muitos interesses e ativos comprometidos nas atividades atuais, mas melhores são suas possibilidades de investir na mudança de rumo, adquirindo novos negócios, buscando conhecimento, inovação e planejando o passo a passo.
Antes de iniciar qualquer transição, há dois momentos fundamentais: o do saber e o do querer. É como toda mudança no âmbito pessoal, seja carreira, casa ou dieta. Primeiro, é preciso tomar consciência da necessidade da mudança, depois, realmente decidir fazê-lo, determinar-se a mover-se para uma nova situação.
Ficando apenas na superfície da psicologia individual ou coletiva, é evidente que são dois momentos distintos e a tendência humana de permanecer em uma zona de conforto, já conhecida e dominada, nos leva a postergar decisões muitas vezes vitais para o nosso futuro.
Não raro, decidimos finalmente agir e mudar quando estamos em crise ou nos sentimos ameaçados. Nessa hora entra em cena um componente ancestral do “bicho homem” e que também está presente no mundo dos negócios: o extinto de sobrevivência.
Mudar ou extinguir. Essa é a grande questão do momento para muitas corporações nacionais e internacionais. Em certo grau, uma equação que sempre esteve presente em toda atividade empresarial, mas que jamais se mostrou tão abrangente quanto nesses tempos de veloz transformação tecnológica, alta conectividade, mudanças de hábitos de consumo e maior consciência da interdependência das crises que vivemos – econômica, social, ambiental e de governança.
Nesse mundo de novidades cada vez mais rápidas, com resultados exponenciais e impactos complexos, nem sempre lineares e previsíveis, o saber, ter consciência de que o ambiente de negócios está em acelerada transformação, já é um estágio obrigatório para as corporações.
Aqueles que não têm essa compreensão demonstram tamanho de descolamento da realidade para o qual a extinção não é uma alternativa, mas sim uma forte possibilidade. Já os que têm conhecimento dos desafios que os cercam, enfrentam seus piores adversários: a si mesmos. Têm de encarar seus medos, que se alimentam de dúvidas sobre como mudar, para quais modelos de negócios, o que invariavelmente leva ao abafamento do senso de urgência e à procrastinação das decisões.
A boa notícia é que algumas companhias globais de peso, líderes em seus setores, venceram seus demônios internos e avançaram para o estágio do querer. Assumiram publicamente essa ambição e iniciaram uma trajetória de mudança, tendo os hoje considerados temas de sustentabilidade como direcionadores dessa transformação. Em geral, o caminho ainda não está todo mapeado, é construído ao longo da caminhada, mas a direção está clara: ganhar dinheiro a partir de negócios que tragam reais benefícios para a sociedade, portanto, que transformem os problemas atuais em oportunidades.
Duas dessas corporações realizaram importantes encontros internos no Brasil nas últimas semanas: Unilever e L’Oreal. A Unilever conquistou o protagonismo global em sustentabilidade desde que Paul Polman assumiu a presidência em 2009 e, desde então, vem implementando um plano que pretende dobrar o negócio, reduzir o impacto das operações à metade e, sobretudo, melhorar a saúde e a qualidade de vida de 1 bilhão de pessoas até 2020.
Esse compromisso de longo prazo fez ainda com que Polman declarasse publicamente que não iria mais dar explicações trimestrais aos investidores, mas sim prestar contas ano a ano e ampliar a transparência sobre o alcance dessa grande meta global.
Em um movimento mais recente, a L’Oreal lançou no final de 2013 seu plano Dividindo a beleza com todos e se comprometeu em até 2020 ter a capacidade de demonstrar os benefícios sociais e ambientais positivos de todos os seus produtos.
No dia 7 de setembro, reuniu no Rio de Janeiro, pela primeira vez fora da França, o seu painel de especialistas externos em sustentabilidade (chamado de Critical Friends) para acompanhar a evolução do plano e fazer sugestões. O compromisso inclui quatro grandes conjuntos de ação, que passam por inovar no design e fornecimento; produzir de forma a gerar menor impacto; informar e empoderar consumidores; e desenvolver pessoas e parceiros.
Independente do tempo que se estabeleça para essa mudança, o mais importante é, a partir do momento em que se tenha consciência dessa necessidade, iniciar o processo de forma comprometida e consistente. Afinal, é um falso dilema acreditar que a questão reside em decidir entre trocar os lucros certos do presente pelo resultados duvidosos do futuro.
Quando, em verdade, a decisão está em trocar negócios com resultados finitos e prazo de validade (pois alimentam problemas atuais, como consumismo, uso intensivo de recursos naturais, concentração de riqueza etc.) por oportunidades com perspectivas mais duradouras de geração de valor para todos. Todos mesmo, inclusive os acionistas do presente.
Notícias Técnicas
Receita e Comitê Gestor analisam sugestões apresentadas ao texto publicado em abril; revisão ocorre em meio à adaptação das empresas às novas regras da Reforma Tributária
TST definiu que o motivo do saque determinará se a ação deve tramitar na Justiça do Trabalho ou na Justiça comum
Prepare sua empresa para as novas regras internacionais de contratos e receitas
IBS e CBS incorporados, PGDAS-D ampliado e dados fiscais cruciais para MPEs em 2027
Evite multas e complicações fiscais garantindo a transmissão dos arquivos dentro do cronograma da Receita Federal
Entenda o que diz a CLT neste momento de fim de relação trabalhista
Especialistas recomendam manter documentos contábeis por determinado tempo para evitar pendências com a Receita. Confira
A Solução de Consulta COSIT nº 138/2026 estabelece que JCP e dividendos não podem ser deduzidos da base de cálculo da atualização opcional de bens e direitos mantidos no exterior, conforme a Lei nº 14.754/2023
A Solução de Consulta COSIT nº 144/2026 define as condições para o aproveitamento de créditos de PIS/Pasep e Cofins sobre encargos de depreciação de edificações no regime de antecipação de desconto
Notícias Empresariais
Ferramentas de IA conseguem produzir análises, textos e recomendações em segundos. O diferencial profissional começa a mudar quando obter uma resposta deixa de ser difícil e avaliar se ela merece confiança
Dados do iFood Benefícios apontam avanço no uso de recursos para qualificação, enquanto escassez de talentos e mudanças provocadas pela IA pressionam empresas a aproximar benefícios, carreira e desenvolvimento profissional
Agendas lotadas, reuniões excessivas e disponibilidade constante podem dar aparência de comprometimento, mas também reduzir o tempo necessário para realizar um trabalho de qualidade
A inteligência artificial já faz parte da rotina das pequenas e médias empresas, mas uma nova discussão começa a ganhar força
A tecnologia pode ajudar a entregar mais, mas só transforma o trabalho quando nos ajuda a pensar, decidir e nos relacionar melhor
Entenda a verdadeira rentabilidade para decisões estratégicas e financeiras
Abertura de novos escritórios exige rigor regulatório, atualização constante e posicionamento assertivo de mercado
Com menos tarefas rotineiras para aprender na prática, empresas precisam tornar o pensamento dos líderes visível, incentivar mentores e criar conversas de aprendizado no dia a dia
Reconhecimento é fundamental para a liderança, mas elogios excessivos, vagos ou distribuídos sem critério podem produzir um efeito inesperado: profissionais que passam a depender constantemente da aprovação do chefe
Agosto chegou e, com ele, começa aquele ritual conhecido nas salas de diretoria: as discussões de orçamento e planejamento estratégico para o próximo ano
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade