A Resolução CGSN nº 191/2026 prorroga a obrigatoriedade para 1º de novembro de 2026 e estabelece que as regras de IBS e CBS no Simples Nacional entram em vigor em 1º de janeiro de 2027
Área do Cliente
Notícia
Juros baixos para segurar crescimento
Inflação em alta não impedirá o BC de cortar a taxa Selic em até um ponto percentual em outubro, seguindo orientação do governo
Apesar de todas as críticas e do enorme risco de macular a credibilidade do Banco Central, o presidente da instituição, Alexandre Tombini, deixou claro ontem que a taxa básica de juros (Selic) continuará caindo. De nada, segundo ele, adiantará os analistas forçarem a mão e projetarem inflação para este ano acima do teto da meta (6,5%) e apostarem em um índice bastante superior ao centro da meta (4,5%) em 2012, pois a convicção é de que o governo precisa garantir um crescimento razoável do país diante da recessão que pode engolir o mundo desenvolvido. As projeções do mercado são de que a Selic poderá baixar até um ponto percentual na reunião de outubro, para 11% ao ano.
Tombini afirmou que foi justamente por antever um quadro dificíl nos Estados Unidos e na Europa que o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa básica em 0,5 ponto no fim do mês passado, surpreendendo os especialistas, que definiram a decisão como política. Em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele assegurou que a economia brasileira estava suficientemente apertada, depois de uma elevação de 1,75 ponto na Selic no primeiro semestre, arrocho que seria potencializado além do necessário pelos impactos da crise internacional. É essa a razão de o BC acreditar que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo
(IPCA) fechará 2011 abaixo de 6,5% e convergirá para um nível muito próximo de 4,5% no ano que vem. "A inflação mensal está em patamares compatíveis com a meta e são claros os sinais de moderação do consumo", afirmou.
Todo esse cenário, na avaliação de Tombini, justifica uma política monetária mais frouxa. "Não fomos surpreendidos. O cenário que desenhamos na última reunião do Copom (de piora da crise mundial) vem se concretizando", disse. Mas ressalvou: "Não temos bola de cristal para prever um acidente de percurso, como o que ocorreu em 2008 (a quebra do Lehman Brothers)", garantiu. Apesar do pessimismo, evitou falar em catástrofe e disse esperar um desfecho para a crise da dívida Grega em breve — inclusive o calote. "A situação é séria, o mundo vai crescer menos do que se previu", alertou.
Pessimismo
Sempre no sentido de justificar a queda dos juros, Tombini mostrou preocupação com o elevado nível de endividamento público das principais nações do globo, o que reduz drasticamente a capacidade dos governos de intervirem na economia para estimular a produção e o consumo. Observou que, até 2016, seis de 10 países elevarão as dívidas expressivamente. No Japão, o salto será de 20,3 pontos percentuais e, na Espanha, de 10 pontos. A preocupação foi seguida de críticas aos bancos centrais desses países. "O baixo crescimento nas economias maduras levou os BCs a adotarem políticas expansionistas, que não foram eficazes em restabelecer um crescimento sustentado", afirmou. "As crises de dívida demoram para se resolver e a solução passa pelo crescimento da economia", emendou.
O problema, no entender de Tombini, é que os EUA e a Europa estão frágeis e sem espaço para impulsionar a atividade. "Foram esgotados todos os instrumentos convencionais", disse. De acordo com ele, já se fala em contração na Zona do Euro no 4º trimestre de 2011 e nos Estados Unidos no 1º trimestre de 2012. "Vemos, hoje, uma virada preocupante em relação à perspectiva econômica, e o Brasil não está isolado. Está havendo revisão para baixo das perspectivas, incluindo aí a China", ponderou.
Tombini chamou ainda a atenção para os bancos europeus. A avaliação das instituições piorou, pois estão bastante expostas a títulos da Grécia, de Portugal e da Espanha, países à beira do colapso. Como consequência, estão enfrentando dificuldades para captar recursos. Estão sofrendo ainda desvalorizações expressivas de suas ações nas bolsas de valores. O medo é que, nesse cenário, instituições de grande porte venham a quebrar. Aí, o caos será total.
Mantega nega mudança no IOF
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou ontem que a pasta prepare alterações na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para se proteger da valorização do dólar em relação ao real. Para ele, não há perspectivas de piora na situação econômica, no curto prazo, que justifiquem uma revisão da medida. "Não vamos mudar o IOF. Não estamos preparando nenhuma ação. Já tomamos as medidas necessárias e estamos fortalecendo a parte fiscal da máquina pública", ressaltou. Em julho, o governo anunciou a tributação em 1% das operações no mercado futuro que apostavam na queda da moeda norte-americana, em uma tentativa de controlar o derretimento da divisa.
Notícias Técnicas
A nova regra regulamenta o reconhecimento da receita pelo faturamento da operação, extingue a opção pelo regime de caixa para a apuração mensal e revoga dispositivos da Resolução CGSN nº 140/2018
Encontro acontece no dia 18 de agosto, a partir das 9h, e será transmitido pelo YouTube do CFC
Na segunda-feira, dia 24 de agosto, será necessário atualizar as credenciais de acesso
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) adiou para 1º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade dos procedimentos de emissão de documentos fiscais previstos no Ajuste Sinief nº 49 de 2025
Nota Técnica 2026.002 v1.01a posterga para 4 de janeiro a validação que exige o CNPJ do terceiro cobrado em determinados itens da Nota Fiscal Fatura de Serviço de Comunicação Eletrônica
Retenção automática de IBS e CBS pode reduzir liquidez e aumentar a necessidade de crédito para financiar operações
Profissional costuma cobrir folgas e ausências em escalas de revezamento, mas não existe contrato de “folguista” previsto especificamente na CLT
Decisão do TST reforça Lei Maria da Penha: gestão de medida protetiva e riscos na empresa
O PEM 2025 oferece condições significativamente melhores em comparação aos parcelamentos anteriores
Notícias Empresariais
Estratégia costuma ser associada a novos mercados, produtos e oportunidades. Mas empresas também precisam definir quais clientes não atenderão, quais projetos não receberão recursos
O que acontece quando deixamos de reagir ao mundo e começamos a observá-lo antes de responder?
Existe uma frase, em tom de brincadeira, que diz “o chefe sempre entra no trabalho como uma tempestade, espalhando papéis e medo, e desaparece misteriosamente quando há problema”
Tratar benefícios apenas como despesa pode levar a decisões focadas no menor custo, ignorando seu impacto na retenção, produtividade e resultados do negócio
Saiba como a falta de acompanhamento gera despesas desnecessárias e riscos ocultos
Método propõe mudanças simples na rotina antes do expediente para reduzir estímulos e criar uma transição gradual para o trabalho
Metodologia do Sebrae alinha educação financeira e monitoramento pós-crédito. Operações do Fampe no sistema cooperativo alcançam 90% de adimplência
Pesquisa aponta que infraestrutura de pagamentos mais acessível favorece trabalho por conta própria e pequenos empreendimentos
Ferramentas de IA conseguem produzir análises, textos e recomendações em segundos. O diferencial profissional começa a mudar quando obter uma resposta deixa de ser difícil e avaliar se ela merece confiança
Dados do iFood Benefícios apontam avanço no uso de recursos para qualificação, enquanto escassez de talentos e mudanças provocadas pela IA pressionam empresas a aproximar benefícios, carreira e desenvolvimento profissional
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade