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Por que o professor Elenito Elias da Costa e seu neto têm razão?

O brasileiro(a) precisa entender o momento e proceder com ações e atitudes racionais e lógicas, para manter a sobrevivência, já que sabemos que o Brasil tem potencialidades econômicas que a maioria dos países

Autor: Elenito Elias da Costa e Levy da CostaFonte: Do autor

"Precisamos refletir, pensar, raciocinar, adotar ações e atitudes proativas e nos adequar ao cenário atual e futuro para manter a nossa sobrevivência."

INTRODUÇÃO

O brasileiro(a) precisa entender o momento e proceder com ações e atitudes racionais e lógicas, para manter a sobrevivência, já que sabemos que o Brasil tem potencialidades econômicas que a maioria dos países sabe perfeitamente de nossas riquezas, assim como sabem de nossas fraquezas (NSA, MI6, MOSSAD, FDS, e MSS).

Sabemos da exiguidade do tempo e das dificuldades dos recursos existentes para proceder a essa MUDANÇA e TRANSFORMAÇÃO, mas devemos enfrentar essas dificuldades, sem vitimismo. Não há tempo para chorar o leite derramado (O tempo não para, ele é irreversível), e precisamos de:

a) Novas habilidades, competências e eixos práticos;

b) Criatividade, humanismo, senso crítico, livre-arbítrio, fé em DEUS;

c) Educação com qualidade, com foco em TI, Inteligência Artificial, Computação Quântica, Matemática, Álgebra e Estatística;

d) Aprender inglês, mandarim, russo, hindi, africâner e árabe;

e) Entender que o Brasil é um país RICO, mas somos POBRES;

f) Combater todos os sistemas controladores.

g) Entender que sobreviver EXIGE obtenção de CONHECIMENTO.

Aprender urgente:

a) Olá, bom dia. (Língua Portuguesa)

b) Hello, Good Morning; (inglês)

c) Ni how, Zhao Shang How; (Mandarim)

d) Priviet, Dobroen Uttra; (Russo ou Cirílico)

e) Namaste, Shubha Prabhat; (hindi ou indiano);

f) Goieie Dare (africâner). Crioulo

g) Mrhbhan, Salvat Alkhariri; (Árabe moderno)

h) Alha Akibar, Salemalenco. (Árabe muçulmano)

Devemos entender que o INVESTIDOR estrangeiro (BRICS PLUS e demais), sabe de nossas potencialidades, como também sabe de nossas fragilidades, e precisamos agir e adotar ações e atitudes que possam nos ADEQUAR (Charles Darwin), com RELATIVIDADE (Albert Einstein), usando a PROPORÇÃO (Lei das Proporções Definidas, de Prust), pois somos INTELIGENTES (Howard Gardner, Mentor Intelectual da Teoria das Múltiplas Inteligências), mesmo parecendo ser O IDIOTA (Fiódor M. Dostoievsky), em que temos certeza de que isso nos fez GENTE POBRE (Fiódor M. Dostoievsky), passando muito tempo convivendo com OS DEMÔNIOS (Fiódor M. Dostoievsky), nesse INFERNO (Dante Alighieri e Dan Brown), mas não desejamos ser O PRÍNCIPE (Nicolau Maquiavel). Estamos cientes sobre O DISCURSO DO MÉTODO (Renee Descartes), já sabemos das verdades em ASSIM FALOU ZARATRUSTRA (Friedrich Nietzsche), pois já entendemos da ausência de PRINCÍPIOS (Ray Dálio) de algumas autoridades, nessa NOVA ORDEM EM TRANSFORMAÇÃO (Ray Dálio), onde já nos aproximamos da SINGULARIDADE (Ray Kurzweil), e precisamos entender O CHOQUE DO FUTURO (Alvin Toffler), mesmo convivendo com as adversidades dos sistemas controladores (social, mídias, política e religião), em que os Poderes Constituídos nos negam soberania, cidadania e direitos, mas nos cobram vorazmente OBRIGAÇÕES (CF). Mas hoje, já podemos visualizar uma "luz no final do túnel".

Sabemos sobre o momento delicado dessa linha tênue, que nos apresenta A ARTE DA GUERRA (Sun Tzu), o LIVRO VERMELHO (Mao Tsé-Tung), o ARQUIPÉLAGO GULAG (Alexandre Soljenítsin), o MANIFESTO COMUNISTA (Engels e Marx), mas estamos cientes de que não se faz uma OMELETE sem quebrar os ovos da galinha, pois a MUDANÇA e TRANSFORMAÇÃO deverão acontecer sob qualquer pretexto.

Devemos nos lembrar do que nos ensinaram: "Time is Money" (EUA), "Não importa a cor do gato, quer ela seja branca, preta ou parda, pois o importante é que ele pegue os ratos" (China), "Quando um CZAR te dá um ovo, ele te toma a galinha" (Rússia), "Economia não se trata de capital ou riquezas, mas sim, sobre pessoas" (Árabe), mesmo convivendo em um mundo em transformação, e em pleno ano eleitoreiro, festividades, Copa do Mundo, onde sabemos das promessas de campanhas, que navegam numa WAVE de DREAMS, e dependem do capital que mobiliza a economia, e devemos refletir sobre os fatos inseridos nesse insight.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ASSESSORANDO A BIOLÓGICA

O Brasil como Hub Global: Investimentos de China, Rússia, Índia e Países Árabes

O Brasil está vivenciando uma transformação geopolítica e econômica sem precedentes. A convergência de investimentos massivos de potências emergentes — China, Rússia, Índia e países árabes — está redesenhando o mapa econômico nacional. Esta análise detalhada, baseada em dados oficiais e relatórios recentes, demonstra por que o brasileiro precisa urgentemente se preparar linguisticamente, educacionalmente e tecnologicamente para aproveitar esta onda.

1. INVESTIMENTOS CHINESES: A DOMINÂNCIA ESTRATÉGICA

Panorama Geral

Os investimentos chineses no Brasil atingiram US$ 6,1 bilhões em 2025, o maior valor desde 2018, com crescimento de 45% em relação a 2024 — muito superior aos 4,8% do IDP geral no Brasil e aos 1,3% dos investimentos chineses no mundo. O Brasil se consolidou como principal destino dos investimentos chineses naquele ano.

Empresas e Setores-Chave

| Empresa | Setor | Investimento/Atividade | Impacto Estratégico |

| BYD (Build Your dream) | Automotivo/Elétrico | Fábrica na Bahia (ex-Ford); ~20 mil veículos produzidos em 2025; 2 mil empregos | Líder em mobilidade elétrica; hub para América Latina |

| GWM (Great Wall Motor) | Automotivo | Fábrica em Iracemápolis (SP); projeto em Aracruz (ES) | Hub exportador para AL; cadeia de fornecedores locais |

| Geely | Automotivo | Aquisição de 26,4% da Renault do Brasil; R$ 3,8 bi (2025-2027) | Tecnologia de baixa emissão; fábrica em São José dos Pinhais |

| Linglong Tire | Pneus | Parceria de R$ 6,2 bi com XBRI em Ponta Grossa (PR) | Produção para automóveis, caminhões e máquinas agrícolas |

| CNPC | Petróleo | 9 blocos na Foz do Amazonas (Amapá/Pará) | Consórcio com Chevron; expansão em águas profundas |

| CNOOC | Petróleo | Exploração e expansão produtiva | Fortalecimento da presença offshore |

| Keeta (Meituan) | Delivery/TI | US$ 200 milhões; operações em Santos, SP | Maior empresa de delivery da China; expansão nacional |

| 99Food (DiDi) | Delivery | Investimentos até junho/2026; pontos de apoio | Ecossistema de entregas; infraestrutura operacional |

| JOVI (vivo Mobile) | Manufatura | Smartphones na Zona Franca de Manaus | "Tropicalização" de produtos para o mercado brasileiro |

| State Grid | Energia | Controle da CPFL Energia; R$ 14,2 bi em aquisições | Líder em transmissão, distribuição e renováveis |

| China Three Gorges (CTG) | Energia | Aquisição Duke Energy: US$ 1,2 bi; 8,27 GW | Hidrelétricas no Paranapanema |

| COFCO | Agronegócio | R$ 1,2 bi em vagões/locomotivas com Rumo | Logística de grãos; integração ferroviária |

| China Molybdenum (CMOC) | Mineração | Niobium e fosfatos (Goiás/SP): US$ 1,7 bi | Minerais críticos; cadeia de fertilizantes |

| China Communications Construction (CCCC) | Infraestrutura | 80% da Concremat; R$ 350 mi; TUP em São Luís | Projetos de dragagem, portos e equipamentos pesados |

| Fosun Group | Financeiro | Controle da Rio Bravo (gestora de R$ 10 bi) | Porta de entrada para América Latina |

Distribuição Setorial (2007-2025): Eletricidade (43,8%), Indústria Manufatureira (21,7%), TI (10,1%), Petróleo (8,5%).

2. INVESTIMENTOS RUSSOS: O INTERESSE CRESCENTE

Realidade Atual

Diferentemente dos chineses, os investimentos russos diretos no Brasil são menos volumosos e mais recentes, mas crescentes, impulsionados pela reconfiguração geopolítica pós-sanções ocidentais.

Empresas e Atividades Identificadas

| Empresa/Grupo | Setor | Atividade no Brasil | Contexto Geopolítico |

| Rosneft / Lukoil | Petróleo | Fornecedoras de diesel (15% das importações brasileiras) | Brasil não aderiu às sanções; negociações sob "teto de preços" |

| The Rossa Group | Imobiliário | Incorporação de terrenos comerciais e galpões logísticos | Interesse em SP e SC; ambiente "mais previsível" |

| Grupos russos diversos | Logística/Imobiliário | Compra de áreas para construção de galpões | Escritório comercial russo aberto em Brasília (2026) |

Dado crucial: A Rússia fornece cerca de 15% do diesel importado pelo Brasil, chegando a 60% em momentos de pico. Com as sanções dos EUA à Rosneft e Lukoil, o Brasil busca diversificar, mas mantém relações comerciais.

Potencial: O empresário Alexander Rossa destaca que "os países estão mais perto do que nunca" e que a abertura do escritório comercial russo em Brasília (2026) reduzirá burocracias e fraudes, facilitando investimentos de médio e longo prazo.

3. INVESTIMENTOS INDIANOS: A FARMÁCIA DO MUNDO E A TI

Panorama Comercial

O comércio bilateral Brasil-Índia atingiu US$ 15,2 bilhões em 2025 (+25%), com meta de US$ 20 bilhões até 2026. As exportações brasileiras para a Índia cresceram 30%, alcançando o maior valor em duas décadas.

Empresas e Parcerias Estratégicas

| Empresa/Entidade | Setor | Investimento/Atividade | Relevância |

| Tata Consultancy Services (TCS) | TI | 3 escritórios (Londrina, SP, RJ); 1.000+ empregados; centro de entrega em Londrina especializado em IA e Transformação Digital | Maior presença indiana de TI no Brasil; hub para AL |

| Infosys | TI | Centro desde 2009; 180 empregados; 90% receita local | Serviços de outsourcing e transformação |

| Wipro / HCL | TI | Operações estabelecidas | Competição com IBM e Accenture no mercado local |

| Biocon Biosphere | Farmacêutico | Insumo tacrolimo (transplantes) | Aprovada pela Anvisa (2026) |

| Haleos Labs | Farmacêutico | 11 insumos (sildenafila, ropivacaína, etc.) | Certificação de Boas Práticas de Fabricação |

| Matrix Pharmacorp | Farmacêutico | Aciclovir, alprazolam, candesartana | Acesso a medicamentos de alta complexidade |

| MSN Life Sciences | Farmacêutico | 13 insumos (atorvastatina, clopidogrel, etc.) | Redução de dependência externa |

| Altmin | Mineração/Lítio | US$ 40 mi; 33% da Companhia Brasileira de Lítio (CBL) | Refinaria de lítio em MG; cadeia de baterias |

| Abrifi (Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica Indiana) | Farmacêutico | Lançada em Brasília (2026); expectativa de US$ 80 bi em movimentação | Elo institucional para acelerar investimentos |

Parcerias Governamentais (2026):

- Acordos de Desenvolvimento Produtivo: Medicamentos oncológicos (pertuzumabe, dasatinibe, nivolumabe) — R$ 722 mi no 1º ano, projeção de R$ 10 bi em 10 anos

- Transferência de tecnologia: Insulina recombinante (Funed + Biomm + Wockhardt); vacinas (Fiocruz + Biological E)

- Hospital 100% inteligente: Financiamento de R$ 1,4 bi pelo NDB (Banco dos BRICS) com sistemas de IA

4. INVESTIMENTOS ÁRABES: OS PETRODÓLARES NA ECONOMIA BRASILEIRA

Capacidade e Presença

Os fundos soberanos árabes somam mais de US$ 2 trilhões em capacidade de investimento. O Brasil já acumula mais de R$ 14 bilhões em investimentos árabes, com projeção de dobrar até 2030.

Principais Atores e Investimentos

| Fundo/Empresa | País | Setor | Investimentos no Brasil |

| Mubadala Capital | Emirados Árabes | Multi-setorial | US$ 7,3 bi em AUM; US$ 900 mi no 3º fundo (2026); US$ 13,5 bi em biocombustíveis (Acelen) |

| Mubadala (direto) | Emirados Árabes | Energia/Infra | Refinaria de Mataripe (ex-Rlam): US$ 1,65 bi; MetrôRio; Porto do Açu; Rota das Bandeiras |

| Mubadala/Zamp | Emirados Árabes | Alimentação | Burger King, Starbucks, Subway, Popeye's |

| Mubadala/ATG | Emirados Árabes | Financeiro | Projeto de nova bolsa de valores no Rio |

| Mubadala/Clariens | Emirados Árabes | Educação | 80% do FTC Group (medicina) |

| Mubadala/Atvos | Emirados Árabes | Biocombustíveis | 2º maior produtor de etanol do Brasil |

| Salic (PIF) | Arábia Saudita | Agronegócio | 11,03% da BRF (US$ 340 mi); 30,55% da Minerva; negociações para 40 milhões de hectares de pastagens |

| Manara Minerals | Arábia Saudita | Mineração | 10% da divisão de metais básicos da Vale: US$ 2,5 bi |

| Red Sea Gateway Terminal (RSGT) | Arábia Saudita | Portos | Interesse em Itaguaí, Bahia e Tecon Santos 10 |

| Qatar Holding | Catar | Financeiro | Participação no Santander Brasil: US$ 2,7 bi (2010) |

| Brasilinvest-ADIG | Emirados Árabes | Agronegócio | US$ 100 bi previstos; US$ 30 bi com protocolos de intenção |

Foco Estratégico Árabe: Agronegócio, energia renovável, mineração, infraestrutura logística, biometano (Mubadala comprometeu US$ 10 bi), inteligência artificial e mercado imobiliário de luxo.

5. POR QUE O BRASILEIRO PRECISA SE PREPARAR: A LÓGICA GEOPOLÍTICA E ECONÔMICA

A. Aprendizado de Idiomas: Não é Luxo, é Sobrevivência Econômica

| Idioma | Justificativa Estratégica | Oportunidade Concreta |

| Inglês | Língua franca dos negócios globais; base para todos os outros | Todo o comércio exterior brasileiro depende dele; sem inglês, não há acesso a contratos internacionais |

| Mandarim | China é o maior investidor no Brasil (US$ 6,1 bi/ano); 151 projetos em SP; BYD, GWM, State Grid exigem comunicação direta | Gerentes de fábricas chinesas, negociadores de minério, técnicos de energia |

| Russo | Rússia é principal fornecedora de diesel; escritório comercial aberto em Brasília (2026); interesse em imobiliário e logística | Negociações de commodities, licitações de infraestrutura, compliance com sanções |

| Hindi | Índia é a "farmácia do mundo"; parcerias bilionárias em medicamentos; TCS e Infosys contratam localmente | Tecnologia da informação, farmacêutica, hospitais inteligentes com IA |

| Árabe | Fundos soberanos árabes controlam US$ 2 tri; Mubadala é um dos maiores investidores do Brasil; Salic domina proteína animal | Agronegócio, finanças, infraestrutura portuária, energia renovável |

Lógica: Cada um desses idiomas representa uma barreira de entrada para concorrentes e uma ponte de acesso para quem domina. Um engenheiro que fala mandarim tem valor 10x maior para a BYD. Um médico que lê hindi pode negociar diretamente com laboratórios indianos.

B. Educação de Qualidade: A Base da Competitividade

Os investidores estrangeiros não trazem apenas capital; trazem tecnologia e padrões de excelência:

- BYD e GWM: Exigem engenheiros em veículos elétricos, baterias de lítio, software embarcado

- TCS/Infosys: Contratam profissionais de IA, machine learning, cloud computing

- Mubadala/Acelen: Precisam de químicos, engenheiros de processo e especialistas em biocombustíveis avançados

- Salic/Manara: Demandam agrônomos de precisão, geólogos e gestores de fundos

O problema brasileiro: O país importa 90% dos insumos farmacêuticos e depende de tecnologia externa. Sem educação em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática), o Brasil continuará sendo colônia tecnológica.

C. Inteligência Artificial: A Nova Moeda de Poder

Os investimentos árabes e indianos já incluem explicitamente IA:

- Mubadala: Negociações em IA e mercado imobiliário de luxo

- Índia: Hospital 100% inteligente financiado pelo NDB; parcerias de IA na saúde

- China: Keeta e 99Food usam algoritmos de otimização logística

Ter um Agente de IA não é modismo; é autonomia produtiva. Quem domina IA pode:

- Negociar contratos internacionais sem depender de tradutores

- Analisar dados de mercado árabe ou chinês em tempo real

- Automatizar processos burocráticos que travam negócios com russos

- Otimizar cadeias de suprimentos para exportação de grãos aos árabes

D. Computação Quântica: A Próxima Fronteira

A China está líder em computação quântica (supercomputadores como o Tianhe). Os árabes (Emirados) investem pesado em tecnologia quântica via Mubadala. O Brasil, se não se preparar, será usuário e não produtor dessa tecnologia.

A computação quântica revolucionará:

- Criptografia financeira (relevante para a nova bolsa árabe no Rio)

- Otimização logística (relevante para portos e ferrovias chineses/árabes)

- Descoberta de medicamentos (relevante para parcerias indianas)

- Modelagem climática (relevante para agronegócio e energia renovável)

6. CONCLUSÃO: A ONDA ESTÁ AQUI. QUEM NÃO SURFA, AFUNDA.

Os números não mentem:

| Origem | Volume | Tendência |

| China | US$ 6,1 bi (2025) | Crescente; 45% de alta |

| Rússia | Crescente (imobiliário, diesel) | Escritório comercial aberto em 2026 |

| Índia | US$ 15,2 bi em comércio (2025) | Meta de US$ 20 bi; farmácia e TI |

| Árabes | R$ 14+ bi acumulados; US$ 2 tri disponíveis | Dobrar até 2030 |

O Brasil está se tornando um hub de convergência entre essas potências. Mas há uma armadilha: sem mão de obra qualificada, sem profissionais multilíngues, sem expertise em IA e computação quântica, o Brasil será apenas território de extração — minério, soja, carne e petróleo serão exportados, enquanto o valor agregado (tecnologia, financiamento, logística inteligente) ficará nas mãos dos investidores estrangeiros.

A escolha é simples: Ou o brasileiro se prepara para ser gestor, engenheiro, cientista e negociador nessa nova ordem econômica, ou será espectador (ou pior, mão de obra não qualificada) no próprio país.

A janela está aberta. Os chineses, russos, indianos e árabes já estão entrando. A pergunta é: o brasileiro está pronto para sentar à mesa de negociação, ou continuará servindo apenas o café?

A MUDANÇA e a TRANSFORMAÇÃO só dependem de nós mesmos, e precisamos de novas ações e atitudes que possam nos adequar a esses grandes investimentos que estão acontecendo, e alinhar a nossa sobrevivência. Sabemos que o INVESTIDOR prioriza o RESULTADO POSITIVO, mas precisamos tirar o devido proveito desse momento, já que essa transferência de tecnologia e conhecimento precisam ser absorvidas pela população local e elevar o seu know-how, expertise e background, inclusive melhorando a nossa networking.

Estamos cientes de que muitos não devem acompanhar essa evolução, por motivos diversos, mas a minoria que se adequar poderá obter um futuro promissor e tirar o devido proveito desses grandes investimentos.

Lembrem-se: O FUTURO PRIMISSOR é para aqueles que tiveram a coragem de buscar o diferencial competitivo.