O principal desejo dos pequenos negócios brasileiros ao adotar uma ferramenta digital “tudo em um” é claro: impulsionar o faturamento. De acordo com a pesquisa Perspectivas Digitais nos Negócios, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Google, o aumento das vendas é apontado como o resultado mais importante por 57% dos microempreendedores individuais (MEIs) e por 50% das micro e pequenas empresas (MPEs).
Essa mentalidade voltada para a geração de receita direta contrasta com o foco das médias e grandes empresas, onde a prioridade máxima é a redução de custos operacionais (47%), seguida de perto pela melhoria da organização do negócio (40%).
O pequeno negócio que não entra no mundo digital acaba ficando para trás. Hoje o Sebrae atua fortemente na qualificação digital dos pequenos negócios, com cursos de inteligência artificial, comércio eletrônico e gestão digital para ajudar a alavancar as vendas. O fortalecimento de pequenos negócios resulta em mais emprego e renda para os brasileiros.
Rodrigo Soares, presidente do Sebrae
Alinhado ao desejo de faturar mais, o setor de Marketing e Vendas foi eleito a prioridade absoluta para receber novos aportes em tecnologia digital nos pequenos negócios, apontado por 40% dos MEIs e 35% das MPEs. Do outro lado da balança, as médias e grandes corporações preferem investir em Operações Internas (32%), deixando a área comercial em segundo plano, com 26% das preferências de investimento.
Os dados evidenciam que, enquanto o topo da pirâmide empresarial busca otimização de processos e corte de despesas corporativas, a base do empreendedorismo enxerga na tecnologia uma alternativa para captar clientes e expandir mercados.
Físico ainda domina, mas pequenos se abrem ao online
Segundo a pesquisa do Sebrae, a maneira como as empresas operam no dia a dia ajuda a explicar o modo como cada segmento enxerga as urgências tecnológicas para o próprio negócio. O atendimento presencial continua sendo a espinha dorsal do comércio e dos serviços brasileiros, mas há nuances importantes entre os diferentes portes.
Enquanto as Médias e Grandes empresas possuem uma atuação bastante equilibrada entre o modelo puramente físico (45%) e o modelo híbrido (físico e online, com 45%). A operação exclusivamente virtual é quase inexistente (0,5%).
Já os microempreendedores individuais têm no ponto físico o modelo mais adotado (43%), mas a operação híbrida já alcança 31%. Além disso, os microempreendedores individuais são os que mais se destacam com o modelo de negócios que atua de forma exclusivamente online (17%).
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 5.0863 | 5.0893 |
| Euro/Real Brasileiro | 5.79374 | 5.8072 |
| Atualizado em: 21/07/2026 17:40 | ||
| 04/2026 | 05/2026 | 06/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | 2,41% | 0,87% | -0,79% |
| IGP-M | 2,73% | 0,84% | -0,50% |
| INCC-DI | 1,00% | 0,88% | 0,78% |
| INPC (IBGE) | 0,81% | 0,65% | 0,14% |
| IPC (FIPE) | 0,40% | 0,45% | 0,18% |
| IPC (FGV) | 0,88% | 0,60% | 0,36% |
| IPCA (IBGE) | 0,67% | 0,58% | 0,16% |
| IPCA-E (IBGE) | 0,89% | 0,62% | 0,41% |
| IVAR (FGV) | 0,52% | 0,33% | 0,10% |