A empresa deve fazer um esforço para não depender de empréstimos bancários, em virtude das altas taxas de juros praticadas pelos bancos e que podem conduzir a empresa para um endividamento presente, com consequências negativas para a saúde financeira futura do negócio.
Não se esqueça que passamos por momentos difíceis da economia, com incertezas no comportamento de consumo, tanto a níveis pessoais quanto organizacionais. Portanto, um caminho ideal seria a negociação das dívidas com os fornecedores, para que os mesmos concedam prazos maiores para pagamento e, por vezes, parcelados.
Quanto aos Órgãos Governamentais (Federais Estaduais e Municipais), estes estão sempre dispostos a negociar, com serviços específicos para o contribuinte quanto à necessidade de parcelamento de dívidas de impostos atrasados, por meio de programas de REFIS, com a dispensa de multas e juros. Fique atento a esses programas.
Se ainda assim o empréstimo bancário for a única saída, verifique uma modalidade de empréstimo condizente com a finalidade. Verifique ainda as taxas de juros e procure instituições financeiras que oferecem as menores, com melhores condições de pagamento. Ofereça garantias, tais como imóveis, veículos e outros bens materiais, pois isso pode reduzir as taxas de juros.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 4.9918 | 4.9924 |
| Euro/Real Brasileiro | 5.5831 | 5.5851 |
| Atualizado em: 09/10/2026 19:30 | ||
| 07/2026 | 08/2026 | 09/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | -0,86% | 0,06% | |
| IGP-M | -1,16% | -0,22% | 1,57% |
| INCC-DI | 0,61% | 0,66% | |
| INPC (IBGE) | -0,01% | -0,32% | |
| IPC (FIPE) | -0,03% | 0,01% | 0,51% |
| IPC (FGV) | -0,08% | -0,37% | |
| IPCA (IBGE) | 0,07% | -0,32% | |
| IPCA-E (IBGE) | 0,06% | -0,40% | 0,70% |
| IVAR (FGV) | 0,66% | 0,29% |